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Controle de pragas é essencial ao combate do coronavírus

Controle de pragas é essencial ao combate do coronavírus

Com as novas medidas tomadas em todos os setores da sociedade para controlar a expansão do coronavírus (COVID-19), estamos monitorando a situação e tomando todas as medidas para que possamos continuar trabalhando dentro da normalidade e segurança.

A FEPRAG – Federação Brasileira das Associações de Controladores de Vetores e Pragas Sinantrópicas, protocolou junto ao Ministério da Saúde o ofício para reconhecer a atividade como essencial à manutenção da saúde privada e pública, permitindo a atuação das empresas especializadas e licenciadas durante o período de quarentena obrigatória. O ofício esclarece às Vigilâncias Sanitárias Estaduais e Municipais da necessidade essencial da atividade e, aos responsáveis pelo licenciamento das empresas especializadas, que divulguem à população a lista de Empresas licenciadas conforme RDC 52/2009 da ANVISA, atendendo a Lei de Transparência e protegendo a saúde pública da ação de oportunistas que, sem responsabilidade técnica, colocam em risco a saúde da população e o manejo dos produtos.

A manutenção dos Serviços durante este período é necessária visto os riscos que representam as baratas, formigas, moscas e ratos, que transportam vírus, fungos e bactérias. As pragas se tornam vetores de doenças, que não estão de quarentena, e permanecem ativos.

 

fonte: Pragas e Eventos

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Por que as formigas precisam ser controladas?

Por que as formigas precisam ser controladas?

Você se lembra da última vez que matou uma barata? Se ela não foi imediatamente recolhida e jogada no lixo, quem poderia ter feito esse serviço por você? Exatamente elas: as formigas.

Se uma barata morta deixada no chão da cozinha desaparece de um dia para o outro, ela provavelmente foi levada por formigas. Apesar de serem consideradas inofensivas por muita gente, a rota das formigas em busca de alimento inclui os destinos mais excêntricos, como fezes, feridas, escarros, lixeiras e animais mortos.

Ao passar por estes lugares, elas carregam consigo os mais diferentes tipos de micro-organismos nocivos, principalmente bactérias, fungos e vírus. Por isso, formigas são consideradas um vetor de quase todas as doenças infecciosas.

O cuidado com estes insetos durante a primavera deve ser dobrado, já que algumas espécies chegam ao auge da reprodução neste período. Nos dias mais quentes, as infestações de formigas são maiores. Por isso muita gente tem a impressão de que suas casas são invadidas por formigas nessa época do ano.

Prevenção contra Formigas

Para evitar o risco de intoxicação alimentar, vômito, diarreia e outras doenças é preciso ter atenção no manejo com os alimentos. Formigas presentes em biscoitos e bolos, por exemplo, podem ter tido contato com saliva ou ferida infectadas, o que pode causar tuberculose e lepra. Consumir alimentos que tiveram contato com formigas, portanto, é uma atitude arriscada. A Dteca recomenda que, se a infestação for séria,  a melhor opção é entrar entrar em contato conosco que nós vamos até sua residência ou estabelecimento e fazemos a desinsetização.

fonte: Pragas e Eventos

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Saiba como evitar as “visitas indesejadas” de baratas em sua casa

Saiba como evitar as “visitas indesejadas” de baratas em sua casa

O Brasil é um país de clima quente, por isso é comum aparecerem com frequência, causando pânico e desespero em moradores de prédios e casas. Por mais que não seja uma tarefa fácil, algumas dicas podem ajudar a manter as baratas o mais longe possível.

Segundo o Prof. Dr. Francisco G. M. da R. Carvalho Neto, coordenador do curso de Ciências Biológicas da Universidade Anhembi Morumbi, a temperatura é um dos principais fatores ecológicos que influenciam  na vida das baratas . “Diretamente afeta seu desenvolvimento e comportamento, tendo influência sobre a efetividade de reprodução”, diz o professor.

No caso da barata Periplaneta americana, a mais comum em casas e hospitais, em temperaturas de 17° C a 18° C, o período embrionário do animal pode chegar a 88 dias; já em 27° a 28°, esse tempo cai para 34 dias. “Com base nessa premissa, podemos já extrapolar o aumento significativo de populações de baratas no verão , quando as temperaturas tendem a ser altas”, diz Neto. 

Vale ressaltar que existem mais de 3.000 diferentes espécies de baratas. No Brasil, além da Periplaneta americana, que é de esgoto, as outras principais espécies considerada pragas são a de cozinha (Blatella germanica) e barata oriental (Blatta orientalis). “Elas têm preferência por ambientes quentes e úmidos e podem ser encontradas em locais com sujeira”, completa o especialista.

Como evitar baratas em casa?

Para evitar baratas, é importante saber que limpeza e organização devem ser constantes. “As baratas normalmente não se reproduzem em locais limpos”, afirma Neto. Com isso, algumas dicas devem ser seguidas:

  1. Manter a casa sempre limpa;
  2. Alimentos devem ser sempre bem armazenados;
  3. Nunca deixar o cesto de lixo cheio; esvaziar e higienizar com frequência, além de limpar o ambiente no qual o cesto de lixo encontra-se;
  4. Não deixar louça suja com resto de comida na pia por muito tempo. Caso não consiga lavá-la imediatamente, encha-a com água

Além disso, Gustavo Schmidt de Melo, professor de Biologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, explica que as baratas são muito sensíveis ao cheiro. “Elas costumam evitar cheiros fortes de desinfetantes. Então, fica a dica de passar um bom desinfetante todos os dias no chão, após a limpeza normal”, recomenda.

Por outro lado, segundo Melo, elas são atraídas por detritos orgânicos e restos de alimentos. Dessa forma, uma limpeza efetiva deve retirar do ambiente esses resíduos. “Os ralos devem ser tampados e as frestas e vãos nas portas devem ser bloqueados, evitando a entrada dos insetos na casa durante a noite”, ensina.

Cuidado com as doenças transmitidas pelas baratas

Por conta da capacidade de alterar os habitats durante os períodos do dia, a barata é capaz de propagar doenças. “Se pensarmos na dinâmica desses insetos, podemos imaginar que durante o dia repousam em ambientes escuros, úmidos e quentes como fossas sépticas, tubulações de esgotos, latrinas ou até mesmo no lixo que está há dias sem coleta”, explica Neto.

Ele continua: “Já no período noturno, podemos imaginar essas baratas invadindo e percorrendo habitações, como supermercados, lanchonetes, barracas de lanches, restaurantes, cozinhas, hospitais e, por fim, invadem nossos lares. Dentro desse contexto, sabe-se que há uma infinidade de patógenos que podem disseminar”.

Com isso, elas podem transmitir diversos vírus, fungos, protozoários e bactérias. Além disso, há muitos relatos que, durante a noite, enquanto dormimos, as baratas podem percorrer regiões do nosso corpo, atraídas pelos fluidos nasais e orais. Isso pode levar a edemas oculares e dermatites atópicas .

“Muitas alergias estão associadas a baratas e a mais importante é a alergia respiratória que acaba levando ao aumento da sensibilidade à asma. A asma de barata, nome dado a esse processo, tem sido descrita como uma doença mais severa e muito comum que está associada com sintomas perenes e altos níveis de imunoglobulina (lgE) total”, finaliza Neto.

 

fonte: O Bom da Notícia